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    VIDA: Dom e Compromisso

    A Semana Nacional da Vida, celebrada de 1 a 7 de outubro, culminando com o dia do Nascituro, dia 8, tem se consolidado como espaço de valorização da vida em suas diversas etapas. Neste sentido é solicitado a todas as comunidades, pastorais, movimentos leigos, serviços, que dediquem tempo de oração, reflexão e de ajuda para que a vida seja plenamente respeitada e reconhecida como Dom de Deus, portanto, recebida gratuitamente, e como compromisso de zelar por ela em todas as fases da vida.
    A pandemia exige que a defesa da vida seja uma constante neste período, já que muitas vidas deixaram o núcleo do lar e outras estão ameaçadas.
    Viver a gravidez neste período de pandemia, pode causar tristeza e até ansiedade na família. Porém, quando o risco da morte torna-se próximo e presente, somente uma força interior, alegria e esperança, pode nos tornar fortes e pode ajudar a superar este momento. A vida que brota do amor esponsal é a grande alegria que deve nos conduzir positivamente, vencendo as dificuldades possíveis da vida.
    A Igreja afirma clara e unanimemente de que desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ser reconhecido nos seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida. Assim, desde o momento da concepção, a vida de todo ser humano deve ser respeitada de modo absoluto.
    Deus autor da vida, e a doa por amor, somente Ele tem autoridade para decidir quando a vida começa e termina. O sexto mandamento “não matar”, é um lembrete para os cristãos o quanto a vida é preciosa. Viver este mandamento é valorizar a minha vida e a do outro. A falta de sentido nos deixa fechados sem si mesmos, e Deus torna-se distante. Aí, a vida não lhe importa, cegando-os para o amor a si mesmo e ao próximo.
    Por fim, a defesa da vida depende do nosso testemunho, não só na nossa casa, paróquia, comunidade, mas nos posicionarmos em todos os espaços da sociedade e a anunciar o Evangelho de Jesus, o Evangelho da Vida.
    Senhor, livrai-nos da ideologia da cultura da morte e dai-nos a consciência de que a vida é dom de Deus.
    Pensemos nisto.
    Paulo Poletto

     
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